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Etiqueta: Câmbio

BC tem perda de R$ 23,519 bilhões com swap cambial em agosto até dia 28

Após lucro de R$ 16,283 bilhões com sua posição em swap cambial em julho, o Banco Central registrou resultado negativo de R$ 23,519 bilhões em agosto até o dia 28 com estes contratos pelo critério caixa. Pelo conceito de competência, houve perdas de R$ 10,836 bilhões. O resultado pelo critério de competência inclui ganhos e perdas ocorridos no mês, independentemente da data de liquidação financeira. A liquidação financeira desse resultado (caixa) ocorre no dia seguinte, em D+1. O BC registrou ainda no período ganhos de R$ 100,837 bilhões com a rentabilidade na administração das reservas internacionais. Entram no cálculo ganhos e prejuízos com a correção cambial, a marcação a mercado e os juros. O resultado líquido das reservas, que é a rentabilidade menos o custo de captação, ficou positivo em R$ 93,125 bilhões em agosto até o dia 28. Já o resultado das operações cambiais no período ficou no positivo

Índice alternativo do dólar indica que fim de reinado está longe

(Bloomberg) — A queda impressionante do dólar no mês passado, a maior em uma década, de repente parece muito menos significativa quando se considera o valor da moeda americana ajustado pela inflação. Essa é a visão do estrategista veterano Marshall Gittler. Ele sugere que investidores deveriam fazer ajustes segundo os níveis de preços, usar uma cesta mais ampla de pares de negociação do que o popular índice do dólar dos EUA e lembrar o quanto a moeda já subiu, a fim contextualizar adequadamente o movimento. Enquanto o indicador do dólar caiu 4,2% em julho, o índice amplo real ponderado pelo comércio do Federal Reserve se desvalorizou apenas 0,9%, segundo dados compilados pela Bloomberg. “Em abril, no pico recente, o valor real do dólar foi o mais alto em quase 18 anos”, disse Gittler, chefe de pesquisa de investimentos do BDSwiss Group, em relatório na sexta-feira publicado pela Nasdaq. “Esse foi

Diretor do BC diz que volatilidade do câmbio “incomoda” e aponta possíveis fatores para movimento

SÃO PAULO – O diretor do Banco Central, Bruno Serra, afirmou nesta sexta-feira (24) que não há um limite para o patamar do dólar, mas a volatilidade do câmbio incomoda a autoridade monetária. “Estamos estudando o que fazer, pois os instrumentos não são ainda adequados para isso. Antes de adotar um remédio precisamos entender qual é a doença”, explicou em webinar realizado pela XP Investimentos. Apesar das dificuldades, Serra destacou que o BC tem capacidade para atuar no mercado em qualquer direção necessária. Um ponto levantado durante o debate foi que a volatilidade ocorre principalmente no curto prazo e pode estar ligada ao perfil dos novos agentes no mercado, como fundos quantitativos de alta frequência e pessoas físicas. “O aumento dos quants e o crescimento da importância do investidor individual ocorreu ao mesmo tempo em que a volatilidade aumentou. Não é possível ainda estabelecer relação causal, mas é algo interessante

Terceiro trimestre terá menos incerteza e o quarto trimestre, menos ainda, diz Campos Neto

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, voltou a dizer nesta quarta-feira, 22, que o fundo do poço da crise decorrente da pandemia de covid-19 ocorreu em abril e no começo de maio. “O 3º trimestre terá menos incerteza sobre o ritmo de atividade e o 4º trimestre, menos incerteza ainda”, afirmou, em videoconferência organizada pelo jornal Valor Econômico. Ele ressaltou a importância de monitorar o cenário mundial e citou a necessidade de alguns países europeus determinarem novas medidas de isolamento social após novos surtos de contaminação pelo novo coronavírus. “Nos Estados Unidos e no Brasil não tem segunda onda. Em países continentais há uma dificuldade em entender o que é a ‘primeira onda’. Já em alguns países europeus tem havido alguma volta (da covid-19) e isso é fundamental para as expectativas”, completou. Segundo Campos Neto, quando se adotou o distanciamento social no Brasil, o índice de mobilidade caiu

Carry trade em moedas emergentes pode ter mais perdas à frente

(Bloomberg) — A pandemia de coronavírus eliminou uma década de ganhos de carry trade para os mercados emergentes e mais perdas podem estar a caminho. O declínio dos yields devido aos estímulos dos bancos centrais reduziu a atratividade de muitas moedas emergentes, diminuindo o fascínio do carry trade dessas divisas, de acordo com a TD Securities. As moedas dos países em desenvolvimento permanecem vulneráveis a mais perdas devido a fluxos irregulares e elevada volatilidade, afirma o Bank of America. “O ambiente para carry provavelmente se tornará mais difícil nos próximos meses se, como é provável, o dólar tiver um rali em meio a um declínio no rendimento real entre muitas moedas emergentes”, disse Mitul Kotecha, estrategista sênior de mercados emergentes da TD Securities em Cingapura. “Uma abordagem mais seletiva de moedas emergentes provavelmente funcionaria melhor no segundo semestre” O índice que mede os retornos de empréstimos em dólares e investimento

Dólar sobe mais de 2% e bate máxima em um mês com tensão externa e apreensão fiscal no Brasil

Com a volta da tensão no mercado financeiro, o dólar retomou a trajetória de alta após um breve alívio no começo do mês, quando chegou a perder o nível dos R$ 5. Uma combinação de piora do cenário externo e um clima político e econômico preocupante no Brasil levaram a moeda americana para sua máxima em um mês. Às 15h45 (horário de Brasília), o dólar registrava valorização de 2,36% ante o real, cotado a R$ 5,4522 na compra e R$ 5,4537 na venda, acumulando uma alta de 2,5% nesta semana. Deste terça, quando chegou a cair para R$ 5,15, a moeda já subiu R$ 0,30. Boa parte deste movimento está relacionado ao aumento da aversão ao risco no mundo todo conforme os casos de Covid-19 voltam a aumentar em diversas regiões que reabriram suas economias. Nos Estados Unidos foram mais de 37 mil casos da doença em um só dia,

Com emoção: Paulo Leme prevê voo turbulento, mas com final feliz para os mercados

Os habitués da ponte aérea São Paulo/Rio de Janeiro nas décadas de 70 e 80 certamente se lembram do avião Electra, da Varig, e das fortes emoções que as turbulências da aeronave causavam, embora sempre fazendo o translado dos viajantes com segurança no fim das contas. Durante live da XP na noite de quinta-feira, Paulo Leme, chairman do comitê global de alocação da XP Private, comparou a situação atual da economia mundial com o voo em um Electra. A visão do especialista é a de que haverá ainda muita volatilidade nos mercados pela frente, mas aqueles que tiverem paciência para aguentá-la poderão auferir resultados satisfatórios mais à frente. “Em épocas de epidemias, guerras, devastação, a capacidade de reinvenção do ser humano é notável”, disse Leme, parafraseando John Stuart Mill, economista britânico do século XIX. “Sou mais otimista em relação a vislumbrar uma saída”, afirmou o ex-presidente do Goldman Sachs no

Como reagiriam Ibovespa, dólar e juros em cenários com e sem Guedes e uma nova onda de Covid-19

A notícia de que o secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, deixará o governo nas próximas semanas pegou o mercado de surpresa. Ele é um dos nomes mais fortes na equipe de Paulo Guedes e sua saída aumentou as incertezas sobre se o próprio ministro da Economia pode também deixar o cargo em algum momento. “O secretário Mansueto é um dos principais especialistas na área fiscal do país, tem sido uma voz consistente e confiável sobre a necessidade de acelerar e aprofundar o ajuste fiscal, além de ter um bom relacionamento e reputação com as principais partes interessadas no Congresso, na mídia e entre os investidores”, destacou Alberto Ramos, economista do Goldman Sachs. “Em nossa avaliação, a saída do secretário Mansueto é uma grande perda para o governo Bolsonaro e a equipe econômica. O momento de sua partida também é inoportuno, dada a deterioração do quadro fiscal e a necessidade

Saída de dólar supera entrada em US$ 10,838 bilhões no ano até 5 de junho, diz BC

O fluxo cambial do ano até 5 de junho ficou negativo em US$ 10,838 bilhões, informou nesta quarta-feira, 10, o Banco Central. Em igual período do ano passado, o resultado era positivo em US$ 3,937 bilhões. Os dados refletem, em grande parte, os efeitos da pandemia do novo coronavírus sobre o fluxo de moeda estrangeira, em especial nos meses de março e abril. A saída pelo canal financeiro neste ano até 5 de junho foi de US$ 34,330 bilhões. O resultado é fruto de aportes no valor de US$ 230,607 bilhões e de envios no total de US$ 264,937 bilhões. O segmento reúne os investimentos estrangeiros diretos e em carteira, remessas de lucro e pagamento de juros, entre outras operações. No comércio exterior, o saldo anual acumulado até 10 de junho ficou positivo em US$ 23,492 bilhões, com importações de US$ 66,970 bilhões e exportações de US$ 90,462 bilhões. Nas

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