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Etiqueta: China

Ibovespa Futuro cai 3% com tensão entre EUA e China e reação aos ADRs; dólar futuro encosta em R$ 5,60

SÃO PAULO – O Ibovespa Futuro começa a semana em forte queda acompanhando o aumento da tensão no exterior e refletindo o desempenho dos ADRs brasileiros durante o feriado da última sexta-feira, quando o índice Dow Jones Brazil Titans 20 caiu mais de 4%. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acusou a China de esconder a epidemia do coronavírus para armazenar suprimentos médicos e equipamentos para combater a doença, enquanto o secretário de Estado americano, Mike Pompeo, afirmou existirem “fortes evidências” de que a Covid-19 foi criado em um laboratório em Wuhan. As declarações de Pompeo contrastam com informações da inteligência americana, que na semana passada afirmou que a Covid-19 é natural e não foi desenvolvida pela biotecnologia. Às 09h05 o índice futuro registrava queda de 3,02%, aos 77.680 pontos, enquanto o dólar futuro para junho registrava alta de 1,56%, para R$ 5,580. Já no mercado de juros futuros,

Goldman vê “fase de inflexão” em commodities em meio à retomada

(Bloomberg) — Os mercados globais de commodities, afetados pela pandemia de coronavírus, devem levar semanas ou mais para alcançar o equilíbrio, pois a oferta e a demanda permanecerão descompassadas, segundo o Goldman Sachs, que alertou para nova queda dos metais. “É tentador argumentar que o pior já passou para as commodities, dado o colapso histórico dos preços do WTI, a recuperação na China e o estímulo sem precedentes no Ocidente”, disseram analistas como Jeffrey Currie em relatório. “É importante lembrar, no entanto, que as commodities são ativos à vista, não ativos antecipatórios, e devem eliminar a oferta e a demanda atuais.” As matérias-primas enfrentam um mercado turbulento devido à pandemia de coronavírus, com o deslocamento mais agudo observado no petróleo: o excesso da commodity levou o WTI a território negativo. Agora, com a contagem de casos em queda e a flexibilização das medidas de confinamento nas principais economias, investidores tentar

Os 5 assuntos que vão movimentar o mercado nesta quinta-feira

Os mercados começam a quinta-feira (23) com leve recuperação, com a continuidade da alta do petróleo apesar de dados piores do que o esperado na Europa, enquanto os investidores esperam os dados de seguro-desemprego nos EUA. No Brasil, o Banco Central segue no radar após mercado de juros elevar apostas em corte da Selic, enquanto ocorre a abertura da Missão de Avaliação Soberana da Fitch Ratings. Confira os destaques: 1. Bolsas mundiais As bolsas de valores da Europa abriram mistas nesta quinta-feira. Os preços do petróleo se recuperaram um pouco na Nymex com a tensão entre EUA-Irã e com sinais de que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+) poderão aprofundar o corte na sua produção., mas o mercado está de olho nos pedidos semanais do seguro-desemprego que o governo americano divulga às 9h30. As bolsas da Ásia fecharam na maioria em alta, mas com queda em

Estímulo fiscal global de US$ 8 trilhões pode não ser suficiente para combater efeitos do coronavírus

(Bloomberg) — Mesmo com mais de US$ 8 trilhões injetados por governos para combater a pandemia de coronavírus, uma desigualdade ainda maior entre países ricos e pobres ameaça agravar a crise econômica global. Países ricos adotaram medidas enérgicas para amortecer o impacto. Alemanha e Itália, por exemplo, alocaram mais de 30% do PIB para gastos diretos, garantias bancárias e injeções de empréstimos e capital, com um total combinado de US$ 1,84 trilhão em ajuda, segundo dados do Fundo Monetário Internacional. No entanto, analistas do FMI dizem que estão mais preocupados com países que mal puderam oferecer apoio: muitas economias da África e América Latina não conseguiram destinar nem alguns bilhões de dólares em ajuda fiscal, segundo dados do FMI e relatórios de mais de 60 países coletados pela Bloomberg News. “Governos no mundo todo têm adotado medidas de apoio fiscal, mas nem todos os pacotes fiscais são iguais”, disse Chua

Cientista premiada diz que governos terão que modificar vacinas para Covid-19 local

Um estudo na China descobriu que o coronavírus já sofreu 30 mutações desde que foi descoberto no final de dezembro. Como resultado disso, as variações tornam ainda mais difíceis a eficácia de futuras vacinas na população e os governos terão de adequar estratégias com base no tipo de vírus que infectou a população local. Segundo o Jerusalem Post, o estudo foi realizado pela dona de pelo menos 8 prêmios de ciência Li Lanjuan, que é professora na Universidade de Zhejiang, em Hangzhou, na China, e publicado no domingo (19) em um site de medicina. A equipe analisou as cepas de 11 pacientes escolhidos aleatoriamente, em Hangzhou, onde mais de 1,2 mil pessoas foram infectadas pelo vírus, e depois testou com que eficiência eles poderiam infectar e matar células. + Nobel de Química afirma que coronavírus não apresenta riscos à maioria da população + Amazon monitora funcionários com câmeras que reconhecem

Huawei registra crescimento tímido de 1,4% no primeiro trimestre de 2020

A Huawei, líder chinesa no desenvolvimento da tecnologia 5G, registrou receita de 182 bilhões de yuans (US$ 25,7 bilhões) no primeiro trimestre deste ano, aumento de 1,4% em comparação com mesmo período do ano passado. Apesar dos números tímidos, porém positivos, o resultado trimestral está muito longe dos 39% de crescimento registrados no primeiro trimestre de 2019. E o culpado disso, garante a empresa, é o coronavírus, que interrompeu a escalada da gigante das telecomunicações. + Pompeo espera reavaliação global da chinesa Huawei após pandemia + Coronavírus e sanções aumentam incerteza sobre futuro da Huawei + Huawei vai instalar fábrica de equipamentos para rede 5G na França Segundo a CNN, a empresa disse que as restrições impostas pela Covid-19 seguem afetando sua cadeia de suprimentos e que está trabalhando com a rede de fornecedores para enfrentar os desafios da retomada nas operações. Apesar da quarentena forçada na fábrica de Shenzhen,

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