Resultados da Pesquisa

Encontramos estes resultados abaixo:

Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Search in posts
Search in pages

Etiqueta: Consumo

Os 10 carros mais vendidos no Brasil no pior mês para o setor desde 1999

SÃO PAULO – Se em março o mercado automobilístico começava a sofrer os impactos do novo coronavírus na economia brasileira, foi em abril que o setor sentiu os números literalmente despencarem. Segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), no último mês de abril foram vendidos 55.732 automóveis, comerciais leves, ônibus e caminhões, contra 231.922 unidades no mesmo período de 2019. Com esses números, o mercado automotivo brasileiro registrou o pior resultado mensal para o setor desde fevereiro de 1999. O número de abril de 2020 é 76% menor em relação ao mesmo período do ano passado e 66% ante março, mês que já apresentou um mercado mais retraído. Carro mais vendido no Brasil há anos, o Chevrolet Onix teve apenas 3.619 emplacamentos e lidera o ranking de abril. O número é expressivamente baixo, já que em meses normais da economia, hatch passava de 15 mil unidades

Lojistas de shoppings reabrem portas, mas amargam queda de 80% nas vendas

Os shoppings reabrem, as luzes se acendem, lojas levantam as portas e… nada. Os consumidores simplesmente não têm aparecido, em boa parte dos centros comerciais que voltaram a funcionar depois que a pandemia de covid-19 se espalhou pelo País. Segundo relatos de lojistas de diferentes regiões do País ouvidos pelo Estadão/Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), as vendas médias têm ficado até 80% inferiores às normais. E com alguns agravantes, como a insegurança jurídica e a alta de custos. Até a próxima segunda-feira, 73 centros comerciais deverão estar abertos no País, conforme a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce). Mas isso não é necessariamente alento para os lojistas. “Ficar aberto não tem pago nem os custos de mercadoria”, diz Emiliano Silva, diretor de operações da rede de restaurantes Divino Fogão. O movimento nas unidades da rede em shoppings de Campo Grande (MS) e do Estado de

‘Caiu um meteoro nos shopping centers’, diz presidente da Aliansce Sonae

O presidente da Aliansce Sonae, Rafael Sales, afirma que o setor de shopping centers foi um dos mais prejudicados pela crise gerada pela pandemia de coronavírus no País. Segundo ele, que administra uma companhia que tem 39 centros comerciais, caiu um “meteoro” sobre os shoppings. “Tivemos 100% de paralisação. Isso não ocorreu nem com as companhias aéreas, que ainda mantiveram alguns voos.” A empresa possui shopping centers em 13 Estados. Em São Paulo, a rede opera 10 estabelecimentos, como o Shopping Metrópole e o West Plaza. Com a expectativa ainda turva de retomada do setor – em São Paulo, por exemplo, a retomada do comércio deve excluir a capital e cidades de maior porte -, a companhia tenta entender quando poderá começar a frear os auxílios a seus locatários, como perdão de aluguéis e redução dos valores de condomínio. “A gente precisa de liquidez para manter os empregos.” Leia, a

Já nas lojas brasileiras, iPhone mais barato confirma estratégia da Apple para vencer Android

SÃO PAULO – Começaram nesta quinta-feira (30) no Brasil as vendas do novo iPhone SE, por R$ 3.699. Trata-se de um aparelho com as mesmas especificações de modelos mais recentes (11 e 11 Pro), mas com “carcaça” reutilizada do iPhone 8 e, por isso, consideravelmente mais barato que seus irmãos mais velhos (o iPhone 11 parte de R$ 6.999). Antes desse lançamento, anunciado em meio aos efeitos da pandemia de Covid-19, a última aventura da Maçã no campo das opções de custo mais baixo foi em 2016, com a antiga geração do iPhone SE. Desde então, a companhia apresentava um posicionamento de atender apenas uma camada mais endinheirada da população mesmo em suas versões mais básicas. Em 2019, porém, o lançamento de um iPhone 11 protagonista em relação a seus pares mais potentes demonstrou o início de uma mudança de postura. Foi o primeiro ano em que a empresa adotou

Dia das Mães deve gerar prejuízo de R$ 3,7 bilhões ao comércio paulista, diz FecomercioSP

SÃO PAULO – A FecomercioSP prevê prejuízo de R$ 3,7 bilhões no comércio paulista durante o Dia das Mães, segunda melhor data para o comércio local. Na comparação com o mesmo período de 2019, o mês de maio deve fechar com recuo de 31%, e as perdas em maio podem chegar até R$ 19,3 bilhões em decorrência das medidas restritivas que mantêm o comércio fechado para impedir o avanço do novo coronavírus. Segundo a entidade, a data costumava alavancar as vendas de maio e o período de crise deve gerar impactos econômicos profundos, que vão dificultar a retomada das atividades em padrões adequados no médio prazo. Para calcular o recuo de vendas na data, a federação contabilizou o desempenho dos cinco maiores segmentos que registram crescimento durante a comemoração. Com o novo cenário, a estimativa é que as vendas das lojas de móveis e decoração reduzam em 92%, na comparação

Com custo acessível, studios viram opção de investimento

O comportamento do consumidor está mudando e todas as frentes de varejo buscam compreender quais são as novas preferências para atrair clientes. No segmento imobiliário não é diferente e os studios despontam como os queridinhos do momento. Imóveis que aliam praticidade, conforto, versatilidade na planta, boa localização e custo acessível estão entre as preferências do público — e dos investidores desse segmento. Prova disso é a crescente demanda por esse tipo de construção. Uma pesquisa do Secovi-SP (Sindicato da Habitação) mostrou que 58% dos novos apartamentos vendidos em São Paulo, em 2019, mediam menos de 45 metros quadrados. Taxa de juros menor Com a taxa de juros no menor patamar da história, os investidores buscam alternativas para diversificar os aportes em renda fixa. Segundo Guilherme Sallum Nahas, diretor da Diálogo Engenharia, o preço médio de um studio de 20 metros quadrados da empresa é de R$ 200 mil. “O valor

Brasil tem 43 shoppings reabertos em 19 cidades

O relaxamento das medidas de isolamento social em várias regiões do País já se reflete no setor de varejo. Na quarta-feira, 22, o setor contabilizava 43 shopping centers reabertos em 19 cidades. Até semana passada, todos os 577 centros de compras permaneciam fechados. A mudança se dá por conta da suspensão de parte dos decretos publicados por prefeituras e governos estaduais proibindo o funcionamento do comércio a fim de reduzir a circulação de pessoas e a transmissão do coronavírus nas últimas semanas. “O cenário está mudando rapidamente”, relata o presidente da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), Glauco Humai. “Ainda há muita confusão e incerteza porque a suspensão dos decretos não acontece de maneira organizada. Em cada região é uma realidade”, explica. O presidente da Abrasce estima que, em maio, a maioria ou todos os shoppings já estejam abertos. A BRMalls, líder do mercado de shopping centers no País, reabriu

Com custo acessível, studios viram opção de investimento

O comportamento do consumidor está mudando e todas as frentes de varejo buscam compreender quais são as novas preferências para atrair clientes. No segmento imobiliário não é diferente e os studios despontam como os queridinhos do momento. Imóveis que aliam praticidade, conforto, versatilidade na planta, boa localização e custo acessível estão entre as preferências do público — e dos investidores desse segmento. Prova disso é a crescente demanda por esse tipo de construção. Uma pesquisa do Secovi-SP (Sindicato da Habitação) mostrou que 58% dos novos apartamentos vendidos em São Paulo, em 2019, mediam menos de 45 metros quadrados. Taxa de juros menor Com a taxa de juros no menor patamar da história, os investidores buscam alternativas para diversificar os aportes em renda fixa. Segundo Guilherme Sallum Nahas, diretor da Diálogo Engenharia, o preço médio de um studio de 20 metros quadrados da empresa é de R$ 200 mil. “O valor

Demanda por viagens aéreas domésticas cai 32,84% em março ante um ano, diz Abear

A demanda por viagens aéreas domésticas registrou queda de 32,84% em março, em relação ao mesmo mês de 2019. A oferta de assentos também teve retração acentuada, de 24,58% na mesma comparação. Em termos de volume, os dois indicadores são os menores registrados em um mês de março desde 2009, refletindo o impacto da pandemia do novo coronavírus na aviação comercial. Os dados são da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e foram compilados pela Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear). O volume de passageiros transportados em voos domésticos recuou 35,46% em março, diante de igual período do ano passado. Ao todo, foram transportados 4,9 milhões de pessoas, a menor quantidade para um mês de março desde 2009. O total de decolagens registrou retração de 28,35%, para 47,1 mil, o pior resultado desde março de 2005. O aproveitamento das aeronaves também registrou números negativos, baixando 8,86 pontos porcentuais a 72,07%

Americanos se intoxicam na tentativa de combater coronavírus

(Bloomberg) — Intoxicações relacionadas a produtos de limpeza e desinfetantes aumentaram nos Estados Unidos no mês passado, quando a pandemia global provocou uma corrida para desinfectar tudo o que fosse possível. As ligações para centros estaduais e locais de controle de intoxicações relacionadas a produtos de limpeza e desinfetantes aumentaram 20% no primeiro trimestre, para 45.550, de acordo com dados dos Centros para Controle e Prevenção de Doenças dos EUA. As queixas incluíam falta de ar por inalação, e tontura e vômito por ingestão. “As ligações para centros de intoxicação aumentaram bastante no início de março de 2020 devido a exposições a produtos de limpeza e desinfetantes”, de acordo com o Relatório Semanal de Morbidade e Mortalidade do CDC. Embora o aumento tenha afetado todas as faixas etárias, as crianças de 5 anos ou menos foram desproporcionalmente impactadas. Uma mulher adulta descrita no relatório desenvolveu dificuldades respiratórias após encher a

Entre em contato