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Etiqueta: Dividendos

Mais defensíveis? Fundos de dividendos não saem imunes da crise, com perdas que superam os 20% no ano

SÃO PAULO – Consideradas mais defensíveis em momentos de forte volatilidade dos mercados, as empresas boas pagadoras de dividendos não têm sido poupadas da crise. Pelo contrário. No ano, fundos de dividendos chegam a amargar perdas acima de 20%. Levantamento feito pela Economatica a pedido do InfoMoney mostra que, dos 35 fundos de dividendos do mercado, apenas sete superaram o desempenho do Ibovespa no ano, que cai 13,3% até o dia 14 de setembro. Com relação ao índice de dividendos da Bolsa (Idiv), são 14 os fundos que batem o referencial, que registra baixa de 16,7% no período. Pressionado pela queda das ações de grandes bancos, como Santander (SANB11) e Itaú Unibanco (ITUB4), que recuam 39% e 33% no ano, o Idiv tem também entre suas maiores participações os papéis de Transmissão Paulista, BB Seguridade e Itaúsa. Nem as elétricas, contudo, que são conhecidas por serem mais previsíveis e estáveis,

XP lista as ações que podem pagar dividendos maiores que a Selic em 2021; confira as 10 principais

SÃO PAULO – Na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), encerrada ontem, a taxa de juros Selic foi mantida em 2% ao ano, na mínima histórica, com sinalizações de que pode seguir em patamares baixos por um longo período de tempo. Na avaliação da XP Investimentos, a taxa permanecerá em 2,00% até o segundo semestre de 2021, e subirá gradualmente até 3,00% no final do ano (veja mais clicando aqui). Essa realidade de juros baixos no Brasil tornou a rentabilidade da renda fixa pouco atrativa, uma vez que a taxa é acompanhada pelo CDI, que é o principal benchmark de títulos públicos e privados. Veja também:  Taxa Selic: O que é, para que serve e como influencia seus investimentos Após nove cortes, Copom mantém Selic a 2,00%: como investir com juros menores que a inflação? Assim, quem quiser uma rentabilidade maior vai precisar alocar seu dinheiro em investimentos de

Barsi critica “especulação” com Magazine Luiza e reforça aposta em ações de BB, Klabin e Sabesp: “Todo mundo continua bebendo água e tomando banho”

Popularizou-se nos últimos tempos o estereótipo, caricato até certo ponto, dos profissionais do mercado financeiro acelerando pelo “condado” da região da Faria Lima, em São Paulo, a bordo de patinetes elétricos com impecáveis camisas de tom azulado. São os chamados “Faria Limers”. O paulistano Luiz Barsi Filho, nascido em 1939 e conhecido pela aversão a qualquer tipo de ostentação, não poderia diferir mais da imagem. O filho de imigrantes espanhóis começou a trabalhar aos nove anos, foi dono de corretora, editor de jornal e se tornou um dos mais bem-sucedidos investidores individuais do país – com uma fortuna estimada em aproximadamente R$ 2 bilhões – tendo constituído, ao longo de 53 anos, uma poupança previdenciária com ações boas pagadoras de dividendos. Além disso, ele não faz nenhuma questão de estar no Itaim Bibi. Barsi prefere bater ponto no coração central da capital paulista, na rua Libero Badaró, colada ao pátio

Petrobras pagará R$ 1,7 bilhão em dividendos para ações ordinárias

O Conselho de Administração da Petrobras (PETR3;PETR4) aprovou, em reunião realizada nesta quarta-feira, 22, o pagamento de dividendos no valor de R$ 1,7 bilhão para ações ordinárias (ou R$ 0,0233649 por ação) e R$ 2,5 milhões para ações preferenciais em circulação (ou R$ 0,000449 por ação). De acordo com fato relevante divulgado, os valores foram atualizados pela variação da taxa Selic entre 31 de dezembro de 2019 e hoje, representando acréscimo de R$ 0,004420 por ação ordinária e R$ 0,000008 por ação preferencial. Os valores distribuídos, portanto, serão de R$ 0,238069 por ação ordinária e R$ 0,000457 por ação preferencial. O pagamento será realizado em 15 de dezembro de 2020, sendo que a data de corte para ações de emissão negociadas na B3 será em 22 de julho, enquanto a Record date para detentores de ADRs será em 24 de julho. As ações serão negociadas ex-dividendos na B3 e na

Fundo imobiliário de cemitérios vai pagar primeiro rendimento aos cotistas em cinco anos

Após cinco anos sem distribuir rendimentos, o fundo imobiliário Brazilian Graveyard and Deathcare Services (CARE11), da gestora Zion Invest, que investe em cemitérios, anunciou nesta semana que vai distribuir proventos aos cotistas referentes ao primeiro semestre deste ano. Segundo comunicado enviado ao mercado, será pago, na próxima terça-feira (14), o valor de R$ 0,00617722529851745 por cota aos detentores dos ativos em 6 de julho de 2020. O rendimento é o primeiro a ser pago aos cotistas desde 2015, quando houve a reestruturação do fundo. Naquela ocasião, o portfólio do fundo, então intitulado Máxima Renda, deixou de focar em ativos imobiliários comerciais para assumir as características atuais, com foco em ativos de deathcare (cuidados com a morte). Em tempos de pandemia e mortes pela Covid-19, que já superam as 67 mil no Brasil, o anúncio dá a impressão, em um primeiro momento, de estar relacionado ao momento atual. O vínculo, contudo, não

Com queda de 48% na pandemia, dividendos pagos por fundos imobiliários esboçam recuperação em junho

Os fundos imobiliários, que costumam ser conhecidos pela maior estabilidade e consistência na distribuição de rendimentos, têm sido fortemente impactados pela pandemia, que impôs uma série de medidas de isolamento social para conter o avanço do coronavírus. Com estabelecimentos fechados e uma maior negociação de diferimentos de aluguéis, inadimplência e eventual aumento de vacância, muitos FIIs tiveram que interromper, de forma parcial ou total, a distribuição de dividendos mensais, de forma a fazer frente ao cenário de incerteza. Levantamento feito pela provedora de informações financeiras Economatica mostra que, após atingirem o valor máximo em janeiro deste ano, os rendimentos pagos pelos fundos imobiliários caíram à mínima no mês de maio, em uma janela de 12 meses. Fonte: Economatica Para se ter uma ideia do estrago causado, considerando um grupo composto pelos 138 fundos imobiliários com informações disponíveis nos últimos 12 meses até junho, a soma total do pagamento de dividendos

Banco Central estende até dezembro limite para dividendos e recompra de ações por instituições financeiras

O Conselho Monetário Nacional (CMN) estendeu até dezembro de 2020 as restrições das instituições financeiras para o pagamento o de dividendos acima do mínimo obrigatório, recompra de ações e redução do capital social, segundo nota do Banco Central. “A norma estabeleceu requisitos prudenciais transitórios para fortalecer o colchão de recursos das instituições financeiras e garantir sua disponibilidade imediata. O objetivo é a manutenção do crédito na economia e assegurar a eventual absorção de perdas futuras”, apontou a autoridade monetária. Ao ampliar a incidência a todo o exercício de 2020, espera-se maior conservadorismo na preservação de recursos e simplificação da apuração dos limites passíveis de distribuição. Os eventuais pagamentos dentro dos limites estabelecidos devem ser feitos com prudência, dadas as incertezas do cenário em curso, afirmou o BC.

Crise com coronavírus derruba pagamentos de dividendos das empresas brasileiras

Para fazer caixa e garantir a liquidez durante a pandemia do novo coronavírus, as companhias brasileiras com ações negociadas em Bolsa estão reduzindo ou adiando o pagamento de dividendos bilionários para seus investidores. Uma projeção feita pela consultoria Economática aponta que a previsão de pagamento de dividendos este ano chegava a R$ 119 bilhões, um valor recorde, com crescimento de 13% em relação a 2019, sem levar em conta a inflação. Mas a crise provocada pela covid-19 derrubou definitivamente esse movimento. O número de R$ 119 bilhões foi calculado com base no lucro das companhias abertas que, em 2019, foi de R$ 232,4 bilhões – os dividendos são pagos com base no resultado do ano anterior. “A projeção apontava para um número recorde. Mas, com certeza, vai ter uma baita de uma queda”, afirma o gerente de relacionamento institucional da Economática, Einar Rivero. “Ainda é preciso, no entanto, esperar pelas

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