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Etiqueta: Economia

Mercado financeiro se frustra com Bolsonaro, mas ainda mantém apoio

Se ainda tinha esperanças de uma agenda robusta de reformas, austeridade fiscal e privatizações daqui até 2022, o mercado financeiro perdeu de vez as ilusões durante a pandemia. A gota d’água em um copo já cheio de mágoas pelo não cumprimento de promessas de política econômica veio há duas semanas, quando o governo ameaçou dar uma pedalada fiscal para financiar o Renda Cidadã, programa de distribuição de renda que é a atual menina dos olhos do presidente Jair Bolsonaro. Ainda assim, o mercado reluta em desembarcar de vez do governo – seja porque a popularidade do presidente tem até crescido em meio à pandemia, seja pela avaliação de falta de opções, até o momento, para se apostar as fichas nas eleições de 2022. “Ninguém, em sã consciência, vai comprar uma briga com um presidente com 40% de popularidade”, definiu um diretor de um grande banco brasileiro ao Estadão. A reportagem

Mercado vê queda de 5,03% do PIB em 2020 e aumenta projeção de inflação para 2,47%

SÃO PAULO – O mercado financeiro fez uma pequena revisão na projeção para o desempenho da economia brasileira e agora vê uma queda de 5,03% para o Produto Interno Bruto (PIB) este ano, ante estimativa de contração de 5,02% na semana anterior. De acordo com o relatório Focus, divulgado na manhã desta terça-feira (13) pelo Banco Central, a atividade deverá crescer 3,50% em 2021, sem alterações em relação ao último levantamento. Em meio ao aumento dos preços, em um contexto de estímulos fiscais e monetários para minimizar os impactos da pandemia de coronavírus, os economistas ouvidos pela autoridade monetária elevaram, pela nona semana consecutiva, as projeções para a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), de 2,12% para 2,47%, em 2020. Para 2021, a estimativa é de alta a 3,02%, frente projeção anterior de IPCA a 3,00%. Houve mudança ainda nas estimativas para o câmbio e

Exportações e importações da China sobem mais do que o esperado em setembro

As exportações da China mantiveram forte desempenho em setembro, à medida que a continuidade da recuperação global impulsionou a demanda externa. Dados do órgão alfandegário chinês mostram que as exportações da segunda maior economia do mundo apresentaram expansão anual de 9,9% em setembro, depois de crescerem 9,5% em agosto ante igual mês do ano passado. O resultado veio levemente acima da expectativa de analistas consultados pelo The Wall Street Journal, que previam alta de 9,6% no mês passado. As importações tiveram alta anual de 13,2% em setembro, após diminuírem 2,1% em agosto. O consenso do mercado para o último mês era de incremento bem menor, de 0,54%. Em setembro, a China registrou superávit comercial de US$ 37,00 bilhões, menor que o saldo positivo de US$ 58,93 bilhões do mês anterior e também bem abaixo da projeção de US$ 58,40 bilhões de analistas. Newsletter InfoMoneyInformações, análises e recomendações que valem dinheiro,

Como a desconfiança sobre as contas públicas está afetando o título mais seguro do Tesouro Direto?

A desconfiança com os rumos das contas públicas do governo chegou ao chamado “porto seguro” da dívida brasileira, as LFTs – papéis atrelados à taxa Selic, a taxa básica de juros, considerados de menor risco para os investidores e que lastreiam os fundos de curto prazo (DI). Para comprar esses títulos, os investidores passaram a pedir uma remuneração acima da Selic (atualmente em 2% ao ano, piso histórico). Esse adicional já bateu em 0,42% ao ano, o equivalente a 42 pontos-base (Tesouro Selic passa a render 135% do CDI; entenda por quê e veja o que fazer). Segundo analistas, esse é mais um exemplo dos sinais de deterioração dos indicadores do mercado financeiro diante da falta de resposta do governo e do Congresso à trajetória de aumento da dívida pública. O estresse no mercado de LFTs se segue à forte desvalorização do real, ao aumento dos juros futuros e ao encurtamento

“Sem controle da dívida pública, reeleição é ilusão”, diz Luiz Fernando Figueiredo

O presidente da gestora de investimentos Mauá Capital, Luiz Fernando Figueiredo, afirma que o Brasil está em uma trajetória “explosiva” de endividamento, que se reflete em um pífio crescimento econômico e que só reduz a credibilidade do governo junto ao mercado financeiro. “Claro que fica todo mundo apavorado quando vêm propostas que tentam dar uma ‘escapadinha’ do teto de gastos. A volatilidade que a gente viu (nas últimas semanas) foi uma amostra do que poderia acontecer. O Brasil continua flertando com a beira do precipício econômico. Estamos bem pertinho dele.” Leia mais: Mercado financeiro se frustra com Bolsonaro, mas ainda mantém apoio Para Figueiredo, se a questão fiscal não for endereçada de forma definitiva, fica difícil para qualquer político brasileiro – incluindo o presidente Jair Bolsonaro – pensar em reeleição em 2022. Leia, a seguir, os principais trechos da entrevista concedida ao Estadão: O governo foi eleito com apoio do

EUA: Pelosi e Mnuchin devem voltar a debater ajuda ao setor aéreo nesta quinta

A presidente da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, e o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, conversaram por 20 minutos nesta quarta-feira (7) sobre uma possível legislação para fornecer ajuda financeira adicional ao setor aéreo, de acordo com Drew Hammill, porta-voz da democrata. “Os dois concordaram em conversar amanhã (hoje, quinta-feira, 8) novamente”, escreveu Hammill em sua conta oficial no Twitter. As tratativas entre Pelosi e Mnuchin ocorrem após o presidente americano, Donald Trump, suspender as negociações de um pacote fiscal mais amplo até depois da eleição presidencial de 3 de novembro. O republicano, entretanto, pediu ao Congresso que aprove medidas de estímulos direcionadas. Nesta quarta-feira, o diretor do Conselho Econômico da Casa Branca, Larry Kudlow, mencionou a possibilidade em uma entrevista à CNBC. “As aéreas, definitivamente, precisam de mais ajuda”, declarou. Newsletter InfoMoneyInformações, análises e recomendações que valem dinheiro, todos os dias no seu email: The post

Vendas do varejo sobem 3,4% em agosto e atingem maior patamar da série histórica, aponta IBGE

SÃO PAULO – As vendas no varejo brasileiro cresceram 3,4% em agosto na comparação com julho, mostrou nesta quinta-feira (8) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com esse resultado, o volume de vendas do varejo atingiu o maior patamar da série histórica da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) do IBGE, ficando 2,6% acima do recorde anterior, de outubro de 2014. Frente a agosto de 2019, na série sem ajuste sazonal, o comércio varejista cresceu 6,1%. A expectativa, segundo o consenso Bloomberg, era de que as vendas no varejo tivessem subido 6% na base de comparação anual e 3% no comparativo mensal, após alta de 5% no período anterior. Já o acumulado nos últimos 12 meses foi 0,5%. No comércio varejista ampliado, que inclui veículos, motos, partes e peças e de material de construção, o volume de vendas cresceu 4,6% em relação a julho, enquanto a média móvel do

Auxílio emergencial: Guedes diz que não há articulação política para prorrogar benefício

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse ontem que é “zero” a possibilidade de prorrogação do auxílio emergencial para 2021. “Não haverá prorrogação do auxílio até junho de 2021. Não existe articulação para isso”, afirmou a jornalistas. Segundo ele, o benefício a 67,7 milhões de desempregados, informais e beneficiários do Bolsa Família acaba em dezembro deste ano, sem possibilidade ser prorrogado. Guedes chamou de descabidas informações sobre uma possível extensão da ajuda. “A posição da presidência da Câmara é a mesma”, escreveu o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) na sua conta no Twitter ao compartilhar uma reportagem sobre a fala do ministro. Ontem, o Ibovespa, da B3, a Bolsa paulista, descolou de Bolsas internacionais e passou a cair por causa de informações de que o governo estava pensando prorrogar o benefício. Os juros futuros também bateram máxima. Depois do desmentido de Guedes, o Ibovespa virou e passou a subir. O auxílio

Pedidos por seguro-desemprego nos EUA somam 840 mil na última semana

SÃO PAULO – Os Estados Unidos tiveram 840 mil novos pedidos por seguro-desemprego na semana passada, mostrou nesta quinta-feira (8) o Departamento de Trabalho do país. Este número foi um pouco maior do que a mediana das expectativas dos economistas compilada no consenso Bloomberg, que apontava para 820 mil requisições do benefício no período. Na semana anterior, foram registrados 837 mil pedidos de seguro-desemprego. O início da pandemia de coronavírus foi responsável por uma disparada nos pedidos de auxílio-desemprego. Profissão Broker: como fazer carreira na elite da bolsa da valores, mesmo saindo do zero. The post Pedidos por seguro-desemprego nos EUA somam 840 mil na última semana appeared first on InfoMoney.

Economia diz que decisão de deputados europeus sobre acordo com Mercosul é “manifestação de cunho político”

O governo brasileiro reagiu à decisão do Parlamento Europeu de aprovar de forma simbólica uma resolução rejeitando o acordo entre União Europeia e Mercosul e a classificou de “manifestação de cunho político”, sem efeitos reais sobre o processo legal de apreciação do tratado. Em nota divulgada pelo Ministério da Economia, o governo disse “acompanhar com atenção” a manifestação dos membros do Parlamento Europeu durante a aprovação do relatório de 2018 sobre a implementação da política comercial comum entre os dois blocos. A resolução manifesta oposição ao acordo e diz que o pacto “não pode ser ratificado como está”. Em uma versão preliminar, o documento destacava “extrema preocupação com a política ambiental de Jair Bolsonaro, que vai na contramão dos compromissos firmados no Acordo de Paris, em particular no que trata do combate ao aquecimento global e proteção da biodiversidade”. Mais tarde, o trecho que citava nominalmente o presidente foi suprimido,

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