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Etiqueta: Economia

Presidente do Fed, Powell diz que recuperação incompleta ainda pode entrar em “dinâmica recessiva”

(Reuters) – A recuperação econômica dos Estados Unidos continua longe de ser concluída e ainda pode cair em uma espiral descendente se o coronavírus não for efetivamente controlado e o crescimento sustentado, alertou nesta terça-feira Jerome Powell, chair do Federal Reserve, em um pedido de mais ajuda às empresas e famílias norte-americanas. “A expansão ainda está longe (de ser) concluída. Nesta fase inicial, eu argumentaria que os riscos da intervenção da política monetária ainda são assimétricos. Muito pouco apoio levaria a uma recuperação fraca, criando dificuldades desnecessárias para famílias e empresas”, disse Powell em comentários preparados para discurso online à National Association for Business Economics. “Os riscos de exagero parecem, por enquanto, menores. Mesmo que as ações de política (monetária) acabem se revelando maiores do que o necessário, elas não seriam desperdiçadas. A recuperação será mais forte e avançará mais rápido.” Powell não mencionou nenhum outro programa do Fed além

Faturamento da indústria supera período pré-pandemia, diz CNI

O faturamento real da indústria da transformação ultrapassou o patamar pré-pandemia do início do ano, e a atividade industrial se manteve em crescimento em agosto. As informações são da pesquisa Indicadores Industriais, divulgada hoje (6) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Segundo o levantamento, o faturamento aumentou 2,3% na comparação com julho e 37,8% em relação a abril, mês auge da crise no setor provocada pela pandemia de covid-19. Ainda assim, segundo a entidade, devido à forte queda de março e abril, no acumulado do ano, o valor se encontra 3,9% abaixo do registrado no mesmo período de 2019. Agosto foi o primeiro mês de crescimento do emprego industrial em 2020, com alta de 1,9%. Segundo a CNI, com esse desempenho, o nível de emprego já se encontra próximo ao patamar pré-crise. As horas trabalhadas aumentaram 2,9% entre julho e agosto e acumulam um crescimento de 25,1% em relação a

Setor de serviços do Brasil volta a crescer em setembro após relaxamento de restrições, mostra PMI

SÃO PAULO (Reuters) – O setor de serviços brasileiro voltou a crescer em setembro depois de seis meses de retração, diante da reabertura das empresas após o relaxamento das medidas de contenção ao coronavírus, mostrou nesta segunda-feira a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês). O levantamento mostrou que o PMI de serviços do Brasil subiu a 50,4 em setembro, de 49,5 em agosto, primeira vez acima da marca de 50, que separa crescimento de contração, desde fevereiro. “Os dados para setembro destacaram sinais preliminares de uma recuperação no setor de serviços do Brasil, após seis meses de contração devido à pandemia de Covid-19”, disse a diretora associada de economia do IHS Markit, Pollyanna De Lima. Entretanto, o IHS Markit, que realiza a pesquisa, alertou que o dado sugere apenas taxa marginal de expansão, já que algumas empresas indicaram atividade menor em suas unidades, com entrevistados

CNC: turismo perde quase 50 mil empresas em 6 meses de pandemia

crise provocada pela pandemia de covid-19 fez com que o setor de turismo perdesse 49,9 mil estabelecimentos, com vínculos empregatícios, entre março e agosto deste ano, segundo informou hoje (5) a Confederação Nacional do Comércio de Bens Serviços e Turismo (CNC). O saldo negativo no período equivale a 16,7% do número de empresas com vínculos empregatícios nestas atividades, verificados antes da pandemia. Para a CNC, o surto de covid-19 afetou empreendimentos de todos os portes, mas os que mais sofreram perdas foram os micro (-29,2 mil) e pequenos (-19,1 mil) negócios. Regionalmente, os estados e o Distrito Federal registraram redução no número de unidades ofertantes de serviços turísticos, com maior incidência em São Paulo (-15,2 mil), Minas Gerais (-5,4 mil), Rio de Janeiro (-4,5 mil) e Paraná (-3,8 mil). De acordo com o presidente da CNC, José Roberto Tadros, a maior parte das atividades que compõem o turismo brasileiro permanece

Privatizações ajudarão a proteger meio ambiente, diz governo

(Bloomberg) – O governo quer incluir o programa de privatizações e concessões na lista de esforços para proteger florestas e rios. Martha Seillier, secretária especial do Programa de Parcerias de Investimentos, disse que a construção de infraestrutura por meio de concessões e privatizações não só representa boas oportunidades de negócios, mas também uma estratégia favorável ao meio ambiente, num momento em que investidores apertam o cerco contra políticas ambientais do governo. “A gente precisa desmistificar que não é uma prioridade para o governo brasileiro, que a gente não se importa com isso. É claro que a gente se importa com as queimadas, com o garimpo ilegal. A pergunta é como ter os recursos suficientes e as soluções para preservar o meio ambiente.” A nova lei do saneamento, recentemente aprovada com apoio do governo para facilitar a privatização dos serviços de água e esgoto, vai reduzir a poluição dos rios e

Mercado financeiro vê queda de 5,02% do PIB em 2020 e aumenta para 2,12% projeção para IPCA

SÃO PAULO – O mercado financeiro revisou para cima, pela quarta semana consecutiva, as projeções para o desempenho da economia brasileira e agora vê uma queda de 5,02% este ano, levemente acima da contração de 5,04% esperada anteriormente. De acordo com o relatório Focus, divulgado pelo Banco Central na manhã desta segunda-feira (5), após os fortes impactos do coronavírus este ano, a atividade deverá crescer 3,50% em 2021. Em meio às preocupações com o aumento dos preços, diante dos estímulos fiscais e monetários para minimizar os efeitos da pandemia, os economistas consultados pela autoridade monetária também elevaram as estimativas de alta para a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), de 2,05% para 2,12%, em 2020. Foi a oitava semana seguida de aumento na projeção. Para 2021, a expectativa é de uma alta de 3,00%, ante 3,01% na semana anterior. Leia também: • Aversão a risco

Biden amplia vantagem e americanos acreditam que Trump poderia ter evitado infecção por Covid, diz pesquisa

NOVA YORK – Após o diagnóstico positivo de Donald Trump para Covid-19, o democrata Joe Biden abriu sua maior vantagem sobre o atual presidente em pesquisas de intenção de voto a um mês das eleições americanas. Entre os adultos que pretendem votar no dia 3 de novembro, consulta da Reuters/Ipsos feita nos dias 2 a 4 mostra que 51% apoiam Biden, enquanto 41% declaram voto em Trump. Outros 4% dizem optar por um terceiro candidato, e mais 4% se mostram indecisos. Outra pesquisa feita pela NBC News/Wall Street Journal após o debate de terça-feira, mas antes da notícia da doença do presidente, dá uma vantagem de 14 pontos para Biden: 53% a 39%, o que representa um aumento de 8 pontos em relação à pesquisa anterior. O levantamento Reuters/Ipsos apontou também que a maioria dos americanos acredita que Trump poderia ter evitado a infecção pelo coronavírus se tivesse levado a

Trump anuncia que testou positivo para coronavírus; índices futuros dos EUA caem mais de 1%

(Reuters) – O presidente Donald Trump, que minimizou a ameaça da pandemia do coronavírus por meses, disse nesta sexta-feira (2) que ele e sua esposa Melania testaram positivo para Covid-19 e estão entrando em quarentena, interrompendo a disputa pela Casa Branca. “Começaremos nosso processo de quarentena e recuperação imediatamente. Vamos superar isso JUNTOS!” disse o presidente em um tweet na manhã desta sexta-feira. Trump, de 74 anos, faz parte do grupo de risco, tanto por causa de sua idade quanto por ser considerado acima do peso. Ele permaneceu com boa saúde durante seu mandato, mas não é conhecido por fazer exercícios regularmente ou seguir uma dieta saudável. Trump minimizou a gravidade da pandemia em seus estágios iniciais e previu repetidamente que ela iria embora. Ele raramente usa máscara e critica as pessoas que fazem isso, incluindo o candidato presidencial democrata Joe Biden. Mais de 200 mil pessoas morreram de Covid-19,

Bolsonaro: Guedes é o cara da política econômica e a palavra final é dele

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira, 1º, que “segue a linha do Paulo Guedes” e que o ministro tem a palavra final sobre a política econômica. A sinalização a Guedes ocorre um dia depois do chefe da economia voltar atrás no anúncio do governo sobre o uso de precatórios para bancar um novo programa social ainda em análise. “A nossa política é livre-mercado. Seguir a linha do Paulo Guedes”, disse em transmissão ao vivo nas redes sociais. A declaração sobre a política de mercado brasileira, foi feita após o presidente negar a possibilidade de tabelamento de preços por conta na alta de produtos, como ocorreu com arroz. “O Paulo Guedes continua 99,9% de confiança comigo. Deixo sempre 1% porque quando eu quero mudar alguma coisinha eu falo com ele (…) Então, ele é o cara da política econômica, tá certo? E a palavra final é dele e ponto final”,

Banco Central deixa mais explícito que malabarismo fiscal levaria a abandono de “forward guidance”

SÃO PAULO/BRASÍLIA (Reuters) – O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou nesta quinta-feira que a autoridade monetária retirará imediatamente seu compromisso de não subir os juros, explicitado na nova política de “forward guidance” (orientação futura), no caso de violação do teto de gastos, segundo relatos de três fontes ouvidas pela Reuters e que participaram de evento virtual com o presidente do BC. Em palestra virtual a investidores promovida pelo JP Morgan, Campos Neto deixou claro que, ao dizer em sua ata que a orientação futura é condicionada à manutenção do atual regime fiscal, o Comitê de Política Monetária (Copom) se refere especificamente à regra do teto –que limita o crescimento das despesas da União à variação da inflação. “A mensagem de que pode retirar o ‘forward guidance’ nessas condições já estava nas mais recentes comunicações oficiais, acho que a diferença agora é que ele enfatizou”, disse uma das

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