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Etiqueta: Hong Kong

Covid agrava crise em mercado imobiliário mais caro do mundo

(Bloomberg) — Em Hong Kong – o mercado imobiliário mais caro do mundo – os aluguéis continuam exorbitantemente altos, apesar da pandemia global e de uma recessão severa, ameaçando adicionar uma nova fonte de descontentamento após meses de turbulência política. A economia de Hong Kong deve encolher até 8% este ano e sua taxa de desemprego está perto da máxima de 15 anos, em cerca de 6%. No entanto, os aluguéis de casas continuam sendo um dos mais caros do mundo, embora tenham recuado perto de 9,2% em agosto em relação ao ano anterior. Os aluguéis altos, combinados com o aumento do desemprego, estão tornando mais difícil para os operários e para os que estão à margem da pobreza encontrar e manter até mesmo espaços muito pequenos. A desigualdade habitacional há muito é uma questão polêmica em Hong Kong, onde dezenas de milhares de pessoas vivem em minúsculos apartamentos subdivididos

Covid agrava crise em mercado imobiliário mais caro do mundo

(Bloomberg) — Em Hong Kong – o mercado imobiliário mais caro do mundo – os aluguéis continuam exorbitantemente altos, apesar da pandemia global e de uma recessão severa, ameaçando adicionar uma nova fonte de descontentamento após meses de turbulência política. A economia de Hong Kong deve encolher até 8% este ano e sua taxa de desemprego está perto da máxima de 15 anos, em cerca de 6%. No entanto, os aluguéis de casas continuam sendo um dos mais caros do mundo, embora tenham recuado perto de 9,2% em agosto em relação ao ano anterior. Os aluguéis altos, combinados com o aumento do desemprego, estão tornando mais difícil para os operários e para os que estão à margem da pobreza encontrar e manter até mesmo espaços muito pequenos. A desigualdade habitacional há muito é uma questão polêmica em Hong Kong, onde dezenas de milhares de pessoas vivem em minúsculos apartamentos subdivididos

Ricos de Hong Kong se preparam para pior cenário

(Bloomberg) — Um empresário de Hong Kong transferiu US$ 10 milhões para Cingapura e planeja transferir mais. Outro está de olho em imóveis em Londres, preocupado com os preços muito altos em Hong Kong. Famílias abastadas da cidade têm aberto contas bancárias no exterior e solicitado passaportes alternativos. Embora ainda não possa ser chamado de êxodo, ricos de Hong Kong protegem cada vez mais suas apostas enquanto o centro financeiro sofre a pior crise econômica e política desde pelo menos 1997. Muitos investidores de alto patrimônio reduzem a exposição a Hong Kong ou adotam medidas para garantir que possam retirar recursos a qualquer momento, destacando o desafio da chefe do Executivo Carrie Lam, que tenta manter o status da cidade como imã de riqueza na Ásia. Cidadãos de alta renda têm grande peso nos mercados de ações e imobiliário de Hong Kong, além de serem grandes investidores de títulos corporativos

Ricos de Hong Kong se preparam para pior cenário

(Bloomberg) — Um empresário de Hong Kong transferiu US$ 10 milhões para Cingapura e planeja transferir mais. Outro está de olho em imóveis em Londres, preocupado com os preços muito altos em Hong Kong. Famílias abastadas da cidade têm aberto contas bancárias no exterior e solicitado passaportes alternativos. Embora ainda não possa ser chamado de êxodo, ricos de Hong Kong protegem cada vez mais suas apostas enquanto o centro financeiro sofre a pior crise econômica e política desde pelo menos 1997. Muitos investidores de alto patrimônio reduzem a exposição a Hong Kong ou adotam medidas para garantir que possam retirar recursos a qualquer momento, destacando o desafio da chefe do Executivo Carrie Lam, que tenta manter o status da cidade como imã de riqueza na Ásia. Cidadãos de alta renda têm grande peso nos mercados de ações e imobiliário de Hong Kong, além de serem grandes investidores de títulos corporativos

Trump diz que está cortando relações com OMS e faz duras críticas à China, mas não menciona acordo comercial

Em um rápido discurso de cerca de dez minutos, o presidente dos EUA Donald Trump voltou a adotar um tom bastante duro sobre a China nesta sexta-feira (29), culpando novamente o gigante asiático pela crise com a pandemia da Covid-19. “O mundo precisa de respostas da China sobre o coronavírus ”, disse o presidente. Trump também acusou a China de estar à frente das decisões da Organização Mundial da Saúde (OMS) e afirmou que está encerrando relações com a Organização, mas não detalhou esse rompimento com a OMS, apontando apenas que vai realocar o financiamento retirado há algumas semanas para outras iniciativas. De acordo com o presidente americano, a OMS foi “pressionada” pela China a dar direcionamentos errados ao mundo sobre o novo coronavírus. “O mundo está sofrendo agora como resultado dos malfeitos do governo chinês”, destacou. Ele apontou ainda que a sua administração está de olho nas práticas financeiras

China aprova polêmica lei de segurança em Hong Kong

O Congresso Nacional do Povo, o ramo legislativo do Parlamento chinês, aprovou nesta quinta-feira (28) a polêmica lei de segurança nacional para Hong Kong. A nova legislação recebeu 2.878 votos a favor, um contra e teve seis abstenções. Agora, com a aprovação, o texto segue para o Parlamento, onde será finalizado sem a participação do governo do território autônomo. A decisão foi tomada no último dia do Congresso e deve voltar a provocar protestos tanto dos opositores a Pequim no país e também de governos internacionais. Dos sete artigos que serão adicionados à Lei Básica de Hong Kong, uma espécie de miniconstituição, o ponto mais polêmico é o item quatro, que versa sobre os casos de “traição, secessão, sedição e subversão” tanto dos cidadãos como de membros do governo local, além de dispor sobre casos de evasão contra a China, atos de terrorismo e interferência de governos estrangeiros. A medida

China desafia Trump a revidar com maior poder sobre Hong Kong

(Bloomberg) — No primeiro dia do maior evento político da China do ano, o presidente Xi Jinping enviou uma clara mensagem a Donald Trump: vamos fazer o que queremos em Hong Kong e não temos medo das consequências. A China confirmou na sexta-feira que contornaria a legislatura da cidade para implementar leis de segurança nacional, que há muito tempo enfrentam resistência de residentes, temorosos de que as mudanças oprimam as liberdades de expressão, de assembleia e a imprensa. O anúncio, feito no mesmo dia em que a China decidiu não estabelecer uma meta de crescimento econômico pela primeira vez em décadas, levou à convocação imediata de novos protestos e fez com que o índice MSCI Hong Kong registrasse a pior queda desde 2008. Para Xi, a medida permite que o governo de Pequim reafirme o domínio sobre uma parte do território chinês, onde o governo se viu impotente durante protestos,

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