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Etiqueta: Inflação

Setor elétrico tem boas ações para uma carteira anti-inflação, mas o segredo está no balanço

SÃO PAULO – A inflação voltou a ser pauta na economia brasileira. Se os 3,14% de aumento do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 12 meses confirmados nesta sexta-feira (9) não parecem tão assustadores assim (sendo mais preocupante a alta dos preços dos alimentos), os 17,94% de aumento do Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M) no mesmo período são bem mais alarmantes. Vale lembrar que enquanto o IPCA segue uma cesta básica de mercadorias e serviços consumidos por famílias com renda de 1 a 40 salários-mínimos, o IGP-M reflete os preços do atacado e das atividades do agronegócio e da indústria. Em uma realidade de taxa Selic em 2% ao ano, esses números chamam a atenção dos investidores, pois o rendimento dos títulos de renda fixa mais seguros já é menor que o da inflação. A solução, invariavelmente, é migrar para a renda variável. Fernando Ferreira,

Inflação medida pelo IPCA sobe 0,64% em setembro, acima do esperado pelos economistas

SÃO PAULO – O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu a 0,64% em setembro na comparação com agosto, mostrou nesta sexta-feira (9) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse é o maior resultado para um mês de setembro desde 2003 (0,78%). O número também ficou acima do esperado pelo mercado. A projeção mediana dos economistas consultados pela Bloomberg era de um avanço de 0,54% na comparação mensal, ante dado anterior de 0,24%, e alta de 3,04% na comparação mensal. No ano, o indicador acumula alta de 1,34% e, em 12 meses, de 3,14%, acima dos 2,44% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em setembro de 2019, a variação havia sido de -0,04%. A maior variação (2,28%) e o maior impacto (0,46 p.p.) no índice do mês vieram do grupo Alimentação e bebidas, que acelerou em relação a agosto (0,78%). Houve altas em outros seis grupos, com

Em busca de ativos de risco no exterior, pandemia e queda do setor de tecnologia não abalaram convicções da M Square

SÃO PAULO – Gestora com o foco voltado para o mercado internacional, a M Square manteve sangue frio durante o auge da crise provocada pela epidemia de coronavírus e não promoveu nenhum tipo de alteração significativa em sua carteira. Com foco no longo prazo, nem faria sentido agir por impulso, o que não quer dizer que o nervosismo de investidores tenha passado longe. Luciana Barreto, CEO da gestora, conta que a casa está atenta às mudanças de hábitos que poderão acontecer daqui para frente e nas empresas que não só vão sobreviver à crise, como poderão sair ainda mais fortes e dominantes em seus mercados. “Nosso dia é muito mais pensado em como montar carteiras adequadas ao perfil de cada investidor e resilientes, que consigam passar por diferentes ciclos econômicos. Costumamos ter posição estrutural a ações em nossos portfolios e não aumentamos ou diminuímos no meio da crise, nem agora”,

Tesouro Direto tem saída líquida de R$ 1,14 bi em agosto; Tesouro IPCA+ desbanca Tesouro Selic na preferência dos investidores

SÃO PAULO –  O Tesouro Direto, programa de compra e venda de títulos públicos do governo federal, encerrou o mês de agosto com resgate líquido de R$ 1,14 bilhão. Resultado de vendas de R$ 2,2 bilhões e resgates de R$ 3,4 bilhões, o valor representa o segundo mês consecutivo no vermelho para o programa. Segundo boletim mensal divulgado nesta sexta-feira (25), do total de resgates, R$ 1,96 bilhão partiu de resgates antecipados e R$ 1,39 bilhão, de vencimentos dos papéis. O destaque de vendas ficou com o Tesouro IPCA+, que desbancou o Tesouro Selic como o preferido dos investidores pela primeira vez desde novembro de 2019. As vendas do papel indexado ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) representaram 38,9% no mês, enquanto as do Tesouro Selic responderam por 37,1% do total. Já os prefixados apareceram na sequência, com participação de 23,9% nas vendas. Assim como no mês

Gestor repensa estratégia com abordagem do Fed para inflação

(Bloomberg) — Gestoras de ativos que se protegeram contra a inflação durante uma década de dinheiro fácil e grandes déficits não têm muito o que mostrar por seus esforços. Mas isso não impede que alguns façam hedge contra esse risco. Matthew McLennan, da First Eagle Investment Management, veterano há 30 anos no mercado, está entre os que alertam que a pressão sobre os preços está a caminho. Ele aposta que o dinheiro fácil e novos impactos na produtividade irão acelerar a inflação. Com isso, empresas maiores com poder de precificação e vantagem competitiva são uma boa aposta. McLennan também compra ouro como hedge contra a erosão de valor causada pela inflação. McLennan faz parte da minoria. O objetivo do Federal Reserve de deixar a inflação subir provoca escárnio em Wall Street, pois o banco central não consegue elevar os preços rumo à meta de 2% há anos. Até autoridades do

Tesouro Direto tem saída líquida de R$ 1,14 bi em agosto; Tesouro IPCA+ desbanca Tesouro Selic na preferência dos investidores

SÃO PAULO –  O Tesouro Direto, programa de compra e venda de títulos públicos do governo federal, encerrou o mês de agosto com resgate líquido de R$ 1,14 bilhão. Resultado de vendas de R$ 2,2 bilhões e resgates de R$ 3,4 bilhões, o valor representa o segundo mês consecutivo no vermelho para o programa. Segundo boletim mensal divulgado nesta sexta-feira (25), do total de resgates, R$ 1,96 bilhão partiu de resgates antecipados e R$ 1,39 bilhão, de vencimentos dos papéis. O destaque de vendas ficou com o Tesouro IPCA+, que desbancou o Tesouro Selic como o preferido dos investidores pela primeira vez desde novembro de 2019. As vendas do papel indexado ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) representaram 38,9% no mês, enquanto as do Tesouro Selic responderam por 37,1% do total. Já os prefixados apareceram na sequência, com participação de 23,9% nas vendas. Assim como no mês

Gestor repensa estratégia com abordagem do Fed para inflação

(Bloomberg) — Gestoras de ativos que se protegeram contra a inflação durante uma década de dinheiro fácil e grandes déficits não têm muito o que mostrar por seus esforços. Mas isso não impede que alguns façam hedge contra esse risco. Matthew McLennan, da First Eagle Investment Management, veterano há 30 anos no mercado, está entre os que alertam que a pressão sobre os preços está a caminho. Ele aposta que o dinheiro fácil e novos impactos na produtividade irão acelerar a inflação. Com isso, empresas maiores com poder de precificação e vantagem competitiva são uma boa aposta. McLennan também compra ouro como hedge contra a erosão de valor causada pela inflação. McLennan faz parte da minoria. O objetivo do Federal Reserve de deixar a inflação subir provoca escárnio em Wall Street, pois o banco central não consegue elevar os preços rumo à meta de 2% há anos. Até autoridades do

IPCA-15 sobe 0,45% em setembro, um pouco acima do esperado pelos economistas

SÃO PAULO – O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – Base 15 (IPCA-15) subiu 0,45% em setembro na comparação mensal, segundo informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira (23). Para o cálculo, os preços foram coletados no período de 14 de agosto a 11 de setembro de 2020 e comparados com aqueles vigentes de 15 de julho a 13 de agosto de 2020. A expectativa dos economistas, segundo consenso Bloomberg, era de que a inflação medida pelo IPCA-15 apontasse alta de 0,39% em setembro na comparação mensal, após aceleração de 0,23% na medição anterior. Na comparação anual, a projeção era de que a inflação registrasse avanço de 2,6%, contra 2,28% na leitura anterior. Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, seis tiveram alta em agosto. A maior variação (1,48%) e o maior impacto (0,30 p.p.) no índice vieram do grupo Alimentação e bebidas,

Ibovespa descola do exterior e cai enquanto dólar sobe com IPCA-15 e expectativa de maior déficit primário

SÃO PAULO – O Ibovespa opera com leves perdas nesta quarta-feira (23), se decolando do cenário mais otimista no exterior após dados positivos da zona do Euro, enquanto por aqui o foco está na expectativa de déficit fiscal maior e o resultado acima do esperado para o IPCA-15. O mercado acompanha ainda a informação de que o Ministério da Economia elevou para R$ 861 bilhões a expectativa de déficit primário em 2020, segundo relatório divulgado na noite de ontem, o que representa um aumento em relação ao déficit de R$ 787,45 bilhões esperado para as contas públicas no relatório de final de julho. Também no cenário doméstico, cresce a expectativa de criação de um imposto sobre transações digitais, depois que o presidente Jair Bolsonaro deu sinal verde à ideia. Segundo a Folha de S. Paulo, agora o governo buscará o apoio do centrão para apresentar a proposta ao Congresso. A

IGP-M acelera alta e sobe 4,41% na primeira prévia de setembro, mostra FGV

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) subiu 4,41% na primeira prévia de setembro, após ter aumentado 1,46% na primeira leitura de agosto. A informação foi divulgada nesta quinta-feira pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Com o resultado, o índice acumulou elevação de 14,47% no ano de 2020 e alta de 18,01% em 12 meses. A FGV informou ainda os resultados dos três indicadores que compõem a primeira prévia do IGP-M de setembro. O IPA-M, que representa os preços no atacado, aumentou 6,14% em setembro, ante um avanço de 1,85% na primeira medição do mês passado, no maior salto desde julho de 1994, quando o índice subiu 17,95%. O IPC-M, que corresponde à inflação no varejo, subiu 0,35% na primeira leitura de setembro, depois da alta de 0,32% na prévia de agosto. Já o INCC-M, que mensura o custo da construção, teve avanço de 0,88% na primeira prévia deste mês,

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