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Etiqueta: Juros

Emissão de dívida de emergentes pode atingir novos recordes

(Bloomberg) — Governos e empresas de mercados emergentes venderam um volume recorde de títulos em moeda estrangeira neste ano, incentivados pela queda das taxas de juros e aumento dos gastos fiscais na pandemia. Este mês pode trazer outro tsunami de vendas. “Setembro é sempre um mês forte para a emissão de dívida externa de emergentes conforme os mercados retornam das férias de verão”, de acordo com estrategistas do Citigroup Global Markets, como Eric Ollom, Donato Guarino e Ayoti Mittra. “Em 2020, esperamos que isso continue e até acelere.” As vendas de dívida soberana devem somar cerca de US$ 30 bilhões em setembro, US$ 7 bilhões a mais do que a tendência histórica, estima o Citigroup. Empresas podem vender outros US$ 61 bilhões em dívidas, lideradas pela Ásia, principalmente para acelerar pagamentos enquanto os juros estão baixos, escreveram os estrategistas. Neste ano, governos e empresas de países em desenvolvimento já venderam

Taxa média de juros para famílias caiu e do cartão subiu em julho

As empresas e famílias pagaram taxas de juros mais baixas em julho, informou hoje (28) o Banco Central (BC), ao divulgar as Estatísticas Monetárias e de Crédito. A taxa média de juros para as pessoas físicas no crédito livre chegou a 39,9% ao ano, queda de 1,5 ponto percentual em relação junho. Já a taxa média das empresas ficou em 12,3% ao ano, redução de 0,7 ponto percentual na comparação com o mês anterior. A taxa do crédito pessoal (não consignado) chegou a 82,3% ao ano, com recuo de 2,7 pontos percentuais em relação a junho. Os juros do crédito consignado caíram 0,6 ponto percentual para 19% ao ano. A taxa do cheque especial chegou a 112,7% ao ano, queda de 0,3 ponto percentual em relação a junho. Já os juros médios do rotativo do cartão de crédito subiram. A taxa chegou a 312% ao ano, com alta de 9,4

Sobra dinheiro no crédito imobiliário e setor faz oferta para convencer cliente

Em meio às más notícias que o País acumula desde o início da pandemia da covid-19, o mercado imobiliário vive um momento único: a captação recorde de recursos na poupança inundou a principal fonte de financiamento de imóveis para a classe média, e os juros baixos têm permitido que mais famílias tomem crédito. O desafio é convencer o consumidor ainda cauteloso a superar as incertezas na economia e investir na casa própria. Ainda que a demanda por financiamento tenha continuado mesmo na crise, ela está longe de acompanhar a expansão do volume de recursos. Por isso, construtoras apostam nas promoções. O momento é favorável para o crédito imobiliário pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), principalmente voltado a imóveis de médio padrão – a partir de R$ 240 mil. De janeiro a julho, foram R$ 87,9 bilhões de captação líquida da poupança, recorde desde o Plano Real. No mesmo

Como Vinland, Persevera e ACE Capital analisam as oportunidades em Bolsa e juros hoje

Com oportunidades não mais tão evidentes nos mercados de risco, gestores têm se desdobrado para encontrar bons ativos por meio de posições relativas na Bolsa e de olho também em movimentos adicionais no mercado de juros. Em painel realizado nesta quinta-feira durante a Expert XP, responsáveis pelos investimentos da Vinland Capital, da ACE Capital e da Persevera Asset Management dividiram suas experiências nas estratégias macro na crise e, mais importante, mostraram como estão se posicionando atualmente. Com uma redução rápida das posições em ativos de risco no primeiro semestre, Guilherme Abbud, sócio fundador e diretor de investimentos da Persevera, enxerga o Brasil passando por uma “revolução silenciosa”. Além das reformas promovidas, o país estaria com níveis de inflação mais controlados, com possibilidade de manter este quadro no longo prazo. Com uma visão de paridade de risco entre bolsa e renda fixa e mais inclinada à queda dos juros que o

De olho em elevação da poupança “precaucionária”, Ibiuna descarta pressão da inflação no curto prazo

A forte injeção de liquidez e as medidas de estímulo fiscal implementadas no mundo, especialmente pelos Estados Unidos, para conter os efeitos da crise de coronavírus não devem gerar pressão inflacionária no curto prazo. Essa é a visão de Rodrigo Azevedo, sócio da Ibiuna Investimentos e ex-diretor do Banco Central, que vê diferenças importantes do contexto atual e o da crise financeira de 2008. A preocupação em relação a um aumento de preços faz sentido, disse Azevedo, ao participar do painel “Política monetária pós pandemia: cenários e oportunidades”, da Expert XP. Enquanto na década passada a crise foi financeira e bancária, com medidas voltadas a salvar esse sistema em particular e com o dinheiro mais engessado nessas instituições, agora, o problema tem afetado empresas, indivíduos e famílias. E, como resposta, os governos deram recursos diretamente à população. A cautela, contudo, está maior. “Nossa expectativa é de que haja uma elevação

Em dia de maior cautela, títulos do Tesouro Direto sobem nesta quinta-feira

Os títulos públicos negociados no Tesouro Direto apresentavam alta na tarde desta quinta-feira (16), em um dia de maior cautela no exterior. No noticiário do dia, destaque para a divulgação do desempenho da economia da China, que registrou expansão de 3,2% no segundo trimestre, na comparação anual, após o tombo histórico dos primeiros três meses do ano (-6,8%), provocado pela pandemia do coronavírus. As informações foram divulgadas pelo Escritório Nacional de Estatísticas chinês. O resultado foi melhor do que a mediana das projeções coletadas pelo jornal The Wall Street Journal junto a economistas, de alta de 2,6% no PIB do segundo trimestre. O crescimento em relação aos três meses anteriores foi de 11,5%. Nos Estados Unidos, o Departamento de Trabalho informou que o país teve 1,3 milhão de pedidos por seguro-desemprego na semana passada, um pouco acima da expectativa mediana dos economistas compilada no consenso Bloomberg, que era de 1,25

A tática de guerrilha fez a diferença na Vinland

A combinação de disciplina para zerar as posições em juros e reduzir bolsa brasileira em fevereiro/março, junto à rapidez para voltar às posições otimistas na hora certa garantiram a performance positiva da Vinland no primeiro semestre de 2020. Quem explicou a tática foi Mauricio Juncá, gestor do Vinland Macro, no Coffee & Stocks desta quinta-feira. O fundo foi um dos multimercados de melhor performance no semestre. Com passagens pelo Banco Pactual e 8 anos como operador de juros e inflação na tesouraria do Banco Pan, Juncá se juntou ao time da Vinland em 2019. A gestora foi fundada em 2018 por André Laport (ex-sócio da Goldman Sachs) e James Oliveira (Ex-sócio do BTG Pactual e Ex-CEO/CIO do BTG Pactual Asset Management). Tática de guerrilha da Vinland Juncá contou que disciplina e agilidade sempre fizeram parte do cotidiano dos membros da equipe de gestão da Vinland quando eles ainda trabalhavam em

”Erramos o cenário, mas acertamos no gerenciamento de risco”, diz gestor de um dos melhores multimercados do ano

”Erramos feio o cenário, mas acertamos no gerenciamento de risco”. Foi assim que Oscar Camargo, gestor da GAP Asset explicou no Coffee & Stocks como o fundo Gap Absoluto conseguiu ficar entre os cinco melhores multimercados deste primeiro semestre. O fundo começou o ano com expectativa de forte crescimento para o Brasil e otimista com a agenda liberal de reformas do governo. “Comecei o ano com o maior erro da minha carreira […] É uma loucura muito grande olhar para trás e ver que nada do que prevíamos aconteceu”, disse o gestor. Mesmo assim, o Gap Absoluto acumula ganhos acima de 8% no ano e 14% em doze meses. Em janeiro e fevereiro, o fundo viu o estrago que estava acontecendo na China e decidiu proteger sua maior posição, que até então era a parcela otimista em Brasil, ficando “vendido” (apostando na queda) em bolsa americana. “Eu discordo dos multimercados

Tesouro Direto: taxas dos títulos públicos operam sem tendência definida

As taxas dos títulos públicos negociados pelo Tesouro Direto operam sem uma direção clara no pregão desta terça-feira. A sessão de menor aversão ao risco no mercado global, com os investidores repercutindo declarações do presidente americano, Donald Trump, sobre o acordo comercial com a China, é parcialmente compensada pelo fronte local, com o mercado atento à cena política. Também está no radar nesta manhã a divulgação da ata do Comitê de Política Monetária (Copom), na qual foi reforçada a mensagem de que eventual ajuste futuro na Selic (a taxa básica de juros) será apenas “residual”. Na semana passada, o colegiado do BC reduziu a Selic pela oitava vez consecutiva, em 0,75 ponto porcentual, de 3,00% para 2,25% ao ano. Além da redução dos juros para estimular a atividade, a autoridade monetária divulgou nesta terça-feira (23) circular regulamentando sua atuação no mercado secundário de títulos privados de renda fixa. “Trata-se de

Tesouro Direto: títulos públicos operam em alta, com tensão política no radar

As taxas dos títulos públicos negociados via Tesouro Direto iniciam a semana em alta, em uma sessão de agenda esvaziada de indicadores, na qual o noticiário político segue como o principal ponto de atenção do mercado. Entre os prefixados, o prêmio pago pelo título com vencimento em 2023 estava em 4,19% na abertura dos negócios, o mesmo patamar do pregão de sexta-feira. O juro pago pelo mesmo papel com prazo em 2026, por sua vez, que era de 6,40% na tarde da sexta, subia para 6,44% nesta manhã. Entre os títulos indexados à inflação, o prêmio do Tesouro IPCA+ 2026 subia de 2,66% no último pregão, para 2,69% nesta manhã. A taxa do mesmo papel com vencimento em 2035, que no pregão anterior era de 4,07%, subia hoje para 4,10%. Confira os preços e as taxas dos títulos públicos ofertados nesta segunda (22): No cenário local, os investidores seguem atentos

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