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Etiqueta: Política Fiscal

SPX: “Em tempos de inundação de liquidez, é impossível saber o tamanho dos buracos”

Diante da retomada trôpega da atividade que se espera à frente, em um ambiente no qual os impactos relacionados ao coronavírus ainda estão longe do fim, a gestora SPX avalia que tem ficado cada vez mais evidente o papel do Estado na sustentação dos preços dos ativos no mercado financeiro. “Essa recuperação econômica irregular e incompleta, dependente de um grande apoio fiscal e do comportamento imprevisível da doença, contrasta com o otimismo dos mercados, onde a mão dos bancos centrais se torna bem visível”, diz a gestora de Rogério Xavier, na carta aos investidores do fundo multimercado Nimitz referente ao mês de julho. Por enquanto, escrevem os gestores no documento, a mão dos bancos centrais continua regendo o mercado. “A grande questão é saber até quando essa influência externa será suficiente para manter os prêmios de riscos contidos e indiferentes aos problemas idiossincráticos. Em tempos de inundação de liquidez, é

Congresso aprova projetos com impacto fiscal de quase R$ 200 bilhões

(Bloomberg) — Dois projetos aprovados no Congresso nesta semana abrem caminho para mais repasses de recursos para estados e municípios e pioram o cenário fiscal para a União, com impacto de quase R$ 200 bilhões. A Câmara dos Deputados aprovou em dois turnos na noite de terça-feira a proposta de emenda constitucional (PEC) que torna permanente o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) e aumenta gradualmente de 10% para 23% a fatia com a qual a União tem que arcar nesse fundo. Nesse caso, o impacto é R$ 190 bilhões em dez anos, segundo estimativas do Ministério da Economia. O texto ainda tem que ser analisado pelo Senado. Embora os recursos para o Fundeb estejam excluídos da regra do teto de gastos, eles têm impacto sobre o resultado primário, que fechará 2020 com um déficit histórico de R$ 787,5 bilhões, segundo projeções do ministério da Economia. Durante a

SPX: Possibilidade de impeachment deve contribuir para manutenção de gastos implementados com coronavírus

Embora ressalte não ser seu cenário central, a SPX comentou sobre os efeitos de um impeachment na economia brasileira em sua carta aos cotistas da estratégia de multimercado referente ao mês de abril. A gestora de Rogério Xavier disse que a possibilidade de saída forçada do presidente Jair Bolsonaro deve, por si só, contribuir para a manutenção de alguns dos gastos implementados desde o início da pandemia, dado que os programas criados parecem ter ajudado a sustentar a popularidade do presidente brasileiro, em meio a uma série de notícias negativas. O efeito dessa visão tende a aparecer no âmbito fiscal. “Sabemos que no futuro, se prosseguirmos rumo à discussão de um novo impeachment, isso irá pesar nas contas públicas, dado que o caminho natural é o presidente buscar aumento de programas de transferência de renda, o que naturalmente piora as contas públicas.” O tom da SPX segue mais pessimista com

Sem risco inflacionário e com fiscal “comprometido”, economistas defendem juro baixo prolongado

SÃO PAULO – A perspectiva de manutenção da taxa Selic em patamares baixos por maior período de tempo como estímulo à retomada da atividade vem ganhando cada vez mais adeptos no mercado. Economistas têm defendido que o Banco Central (BC) adote uma postura mais agressiva na condução da política monetária, sem se preocupar no momento com as implicações que a medida poderia ter na inflação, em meio a um novo cenário recessivo por conta da epidemia do coronavírus. No relatório Focus, divulgado semanalmente pelo BC, a projeção para a taxa básica de juros ao fim de 2021 está em trajetória de queda há três semanas e se situa atualmente no patamar de 4,5% ao ano, ante uma expectativa de 5,25% há um mês. Para 2020, o Focus aponta a Selic em 3,25% ao fim do ano, com a perspectiva de mais um corte de meio ponto em maio. Na avaliação

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